“Uma hora a gente tem que olhar nos olhos dos medos. E andar pra frente. Sem atalho, sem muleta, sem abrigo. Porque a vida é o que acontece no intervalo dos nossos medos. Eles nos petrificam, nos transformam em múmias. É só quando a gente acorda, anda, se mexe, manda eles embora que a vida de fato surge pelos buracos da fechadura.”
Clarissa Corrêa.   (via verborragias)

“Há tantas coisas que o tempo não pode apagar…”
— Evanescence.  (via segredosdeumpoeta)

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